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15/05/1989 – 21/05/1989 Case Won

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  Lacroix chama Mari e Victor avisando a eles que Karol Won se encontra em Osaka e requisitou segurança extra da Força Tarefa. "Ela não foi muito clara, mas aparentemente está na cidade à negócios. Mas apesar da falta de clareza dela sei que ela tem tentado ocultar de nós contatos que ela tem feito com Shinano Aiko, uma das sócias da Star. Temo que ela esteja aqui para contatar pessoalmente Sra. Shinano - que ela esteja prestes a mudar de lado - ou que a ideia passe fortemente pela cabeça dela. Porém, o fato dela ter pedido para nós segurança indica que, apesar de toda sua ambição e pragmatismo, ela não confia plenamente na Star. Seus objetivos são prestar a segurança pedida para a Sra. Won em Osaka e convencê-la a tomar maior participação na operação para combater os processos de difamação da Star. Vitor, você tem estudado muito sobre as leis deste país, pode ser que você construa um bom argumento para que ela se convença que é possível combater a Star, e Mari, se alguém é ca

Karol Kinzie Won

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História : Karol Kinzie Won é filha de Jane Kinzie, americana e uma da mulheres mais ricas da Califórnia, sócia dos resorts Kinzie, populares em toda costa oeste americana e Havaí. Seu pai é Dal Won, coreano naturalizado americano, popular juiz da Califórnia e atirador olímpico. Karol trabalhava para uma empresa coreana chamada Colorchem que testava um estimulante de código SD-114BCK0CS.  Karol era a representante legal da empresa e, na ocasião, não acreditava que o estimulante era perigoso ou que se metia em alguma atividade ilegal. Quando a operação de drogas que acontecia em Osaka desaparece, Won decide trabalhar para a INTERPOL contra seus ex-empregadores, uma forma que ela encontrou para escapar das complicações legais que sofreria. Recentemente Karol Won tem estado mais ausente com sua contribuição com a Força Tarefa, mais preocupante ainda é que ela se aproveitou da fragilidade que a Força Tarefa em relação a própria Interpol para que suas ações não fossem rastreadas. Sra.

Febre Espanhola, parte 2

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05/05/1989 - 11/05/1989 Com o fim das lutas, Vega anuncia que as festividades terão continuidade com uma demonstração real de uma legítima execução medieval a machado.  "Apresento-vos uma beldade que trabalha para a polícia internacional sentenciada A MORTE, por ter ousado tentar parar este evento!"  Trazem então Yunuen com indícios de tortura e sem forças para sequer se manter de pé direito para o centro, onde se coloca um cepo e um homem encapuzado com machado entra. Os gritos e protestos dos personagens são abafados pelas palmas e vivas dos convidados. Uma pessoa aleatória entra no camarote de cada um: Camarote de Mari: Uma mulher de cabelos ruivos e cacheados montados num moderno coque entra falando em francês com o guarda - "Oh mon amour! enfin on se retrouve!" O confuso guarda é desarmado com um Double Dread Kick e finalizado com um Suplex. "Estava falando com ela, e não com você -idiot-" é Amelíe Boucher, que solta Mari. Camarote do Shiro: Um homem