Mari B Azai
Família: Ela tem 3 irmãos e uma irmã. Só viu eles uma vez no aeroporto. O irmão mais velho, Paulo Alberto Bittencourt é Supervisor trainee de assuntos consulares em Nagoya. Mari era sua secretária, mas ele nunca soube que ela era sua irmã. Nunca mais viu os outros irmãos e sequer sabe o nome deles. Seus pais adotivos e caseiros eram Waldemar da Cruz e Auxiliadora da Cruz. Tinha também outros 3 “irmãos” que eram os filhos legítimos dos caseiros. Jurema da Cruz, Walderson da Cruz e Cristina da Cruz. Seu pai se chama Tomás Bittencourt, ela não sabe quem é a mulher de seu pai. Tomás nunca a reconheceu como filha, só a viu quando ela completou 15 anos e tentou se aproximar dela a partir daí, mas mesmo assim a abandonou mais tarde. Sua mãe é Azai Ichika, uma misteriosa guerreira das sombras e sensei de um decrepito dojo.
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Símbolo de Mari Azai |
Aparência: Jovem de 25 anos que possui a beleza de uma mulher bem formada, bem criada atlética e bem nutrida se não fossem as manchas de lacerações, cicatrizes de cortes e fraturas expostas, nariz que já foi fraturado, orelhas meio de "abano" por terem colado errado, dedos ossudos e joelhos esfolados. Possui olhos castanhos com traços verdes e longos cabelos castanhos que prefere manter preso em elaborados "hairdos", tem pele bem bronzeada pelo sol que recebia todo o dia na casa de praia na qual vivia.
Trivia: Ela gosta de ser chamada nas lutas como Mari "Bee" Azai.
Como recreação, gosta de ouvir músicas, karaokê e um fliperama ocasional. Mari não dedica muito tempo para recreação, mas quando o faz, se diverte como se fosse o último dia de sua vida.
Ela é católica, se considera boa católica até pensar um pouco no assunto e mudar de ideia.Ela vai raramente a missas, mas reza sempre que pode e faz sinais da cruz quando contrariada e antes de lutas.
Apesar de ter nascido em Nagoya, sua certidão de nascimento e identidade diz que ela nasceu em Espírito Santo, e que foi adotada por Waldemar da Cruz e Auxiliadora da Cruz.
Culturalmente, Mari só ouve música, ela gosta dos hits americanos, brasileiros e alguns japoneses. Tem uma quedinha para o Punk Rock japonês, mas gosta de praticamente qualquer música.
Ela se entristece por ter perdido o costume de ler coisas.
Ela possui ensino médio completo, nunca fez faculdade, embora tenha recebido um ensinamento prático digno de uma.
Mari achava que Karatê e artes marciais era "coisa de homem" antes de começar a treinar com a mãe.
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Tattoo de Mari |
Ela nunca foi ao cinema, e quase nunca assiste televisão. Toda a cultura televisiva dela se resume a programações infantis brasileiras, animes dos anos 60-70 e um ocasional filme, telejornal, ou show que passa na televisão quando ela calha de assistir com amigos. Ela mesma não possuindo aparelho de TV.
Sabe falar fluentemente Japonês, Inglês e Português do Brasil. Nunca esteve em outro lugar do Japão senão Nagoya e, recentemente, Chiba, Kobe e Quioto.
Sua cor favorita é o azul celeste.
Estilo: Karatê Hitotsu no Shinjitsu Ryu
Idade: 25 Anos
Altura: 1,73m
Peso: 66kg
Timeline
23/04/1965, 0 anos de idade - Nasceu em Nagoia, lugar desconhecido.
1965-1977 - 0 - 12 anos de idade, foi criada na Praia do Morro, em Guarapari/ES numa casa de praia de 3000m². Nunca via seu pai que nunca ia visitar a casa de praia. Era cuidada por Waldemar e Auxiliadora, os caseiros da casa como se fosse uma filha. Tinha acesso a educação de primeira e tudo que ela pedia era fornecido na medida do possível. Recebia ligações e cartas de uma moça que só falava e escrevia japonês, ela também mandava livros infantis e vhs de desenhos animados japoneses (Andersen Monotagari, Mahotsukai Chappy, Astro Boy, Speed Racer, Fábulas da Floresta Verde, etc) e fitas com músicas japonesas. Cedo a menina se interessou em aprender Japonês, Waldemar e Auxiliadora não sabiam nada da língua, mas conseguiam tudo que podiam na língua para fazer ela aprender, inclusive livros didáticos. Ela era chamada "Mariana da Cruz", mas às vezes seus pais adotivos a chamavam de "Mariana Bittencourt". Ela aprendeu cedo e descobriu que a moça que entrava em contato com ela era a mãe dela e passou a se chamar de "Mariana Azai da Cruz", única pessoa que ela conheceu como família de sangue até completar 12 anos, em 1977.
1977- 1982- 12-17 anos de idade. Conseguiu enganar os caseiros para obter uma passagem aérea para o Japão e resolveu fugir para Nagóia para conhecer a mãe. Descobriu que a mãe, que parecia tão doce com ela no telefone e cartas não tinha tempo nenhum para ela e ligava repetidamente para o pai (que ela nunca conheceu) para vir pegá-la, mas ele recusava a fazer isso. Revoltada, decidiu viver nas ruas de Nagóia, e se juntou a uma gangue de punks japonesas. Com eles usava maquiagem pesada e o cabelo espetado para cima com mulets para todo lado (estilo Jem e os hologramas). Fez uma tatuagem de uma Gueixa assassinando um daimyo no ombro esquerdo e ouvia músicas como GISM, SS, Ramones, Shonen Knife, The Stalin, e outros). Foi presa junto com metade do bando por depredação e foi deportada para Brasil.
1982-1984: 18-19 anos. Conheceu o pai em Brasília, onde foi solta para servir trabalhando no consulado de Brasília como secretária, sob supervisão direta de seu pai. Morava num apartamento que era lotado de funcionários do consulado e vigiada por guardas e soldados. Não permitiam sair sem autorização por escrita do pai dela, apenas para ir ao trabalho (sob escolta). O pai dela decidiu levá-la a Nagóia, onde ia assumir o consulado de lá.
1984-1987: 20-22 anos. Em Nagóia, seu pai não tinha controle
como tinha em Brasília sobre ela, mesmo porque relaxou um pouco vendo a
dedicação dela no trabalho. Ela descobriu que sua mãe possuia um decrépito dojo de Karate, e passou a treinar com ela. Neste
período, ela descobriu seu potencial em artes marciais, e foi isso que
aproximou ela de sua mãe.Também inventou um "mon" para sí, o símbolo de Nagoya dobrado e invertido, formando um "M" estilizado, e tatuou o símbolo na nuca.
1987 - 1989: 22-24 anos. Em 1987, ela já praticava karate há 3 anos com a mãe, o treino era cruel e pesadíssimo, isso porque ela tinha potencial para aquele tipo de treinamento e a mãe queria conhecer os limites da filha. No final de 1987, o dojo da mãe foi incendiado e ela desaparecida. Mari já tinha uma boa ideia de que sua mãe vivia em um mundo diferente de todos, de “Guerreiros Urbanos” que sua mãe falava e dava a entender fazer parte (mas nunca admitiu). Polícia e bombeiros nunca souberam do paradeiro da mãe, dos culpados ou como o incêndio se iniciou.
Ela cortou todos os laços com o pai, jogando fora uma carreira estável. Mari sabia que só ia encontrar as respostas se descobrisse a respeito desses “Guerreiros Urbanos”. Por isso passou a treinar em um Dojo composto quase que totalmente de Nikkeis e estrangeiros (Oichi Dojo) onde conseguiu alguns amigos (Douglas Sato Rock (Nikkei afro-americano), um holandês chamado Wilssen De Jong, um nikkei brasileiro chamado Frederico Nakajima, uma nikkei russa chamada Yanna Koi e outra nikkei inglesa chamada Mary Kingston e passou a participar de lutas legais e ilegais para atrair os Guerreiros Urbanos.
1989-presente. (24-25 anos) Ela ficou um período curto realizando rinhas, mas uma carta misteriosa a fez encontrar Charlotte e a Força Tarefa da Interpol.
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